A vida só tem um sentido, e o único sentido que a vida tem é quando investimos nossa vida na vida dos outros, ou quando encarnamos a luta dos outros como se ela fosse nossa, a luta do coletivo. Esta é a lida do Promotor de Justiça: lutar pela construção contínua da cidadania e da justiça social. O compromisso primordial do Ministério Público é a transformação, com justiça, da realidade social.


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28 de junho de 2007

A opção pelo Curso de Graduação em Direito: Prós e contras



1. Por que se deve cursar Direito?

Primeiramente, porque o Direito constitui uma das ciências humanas mais interessantes e vastas, lidando com conteúdos da Filosofia, da Ciência Política, da Sociologia, da História, das Artes e da Literatura. Cursar Direito significa, no mínimo, expandir os horizontes culturais. O Direito oferece a seus cultores uma formação humanística rigorosa, disponibilizando-lhes conhecimentos básicos sobre o mundo em que vivemos. Tudo que nos rodeia possui algum sentido jurídico, e fica bem mais fácil lidar com algumas situações cotidianas se entendermos como se inserem na tessitura jurídico-normativa.

Outro bom motivo para o estudo do Direito radica-se na possibilidade de realização pessoal para quem pretende representar o papel de agente de mudanças e de transformações sociais. A estrutura político-social está impregnada de normas jurídicas. Para interagir com tal arcabouço parece-me essencial um conhecimento jurídico sólido e profundo, que somente pode ser adquirido em um curso superior de Direito. Estudar o Direito de maneira séria e consciente equivale a um ato de cidadania. Um bom curso de Graduação em Direito deve ter em mira formar cidadãos completos e conscientes, que, obviamente, poderão ser advogados, juízes, promotores de justiça etc., mas que em primeiro plano serão pessoas interessadas nos destinos da sociedade que integram.

Há quem se dedique romanticamente ao curso de Graduação em Direito com o objetivo utópico de mudar o mundo de uma vez para sempre, ou, em casos mais modestos, resolver problemas jurídicos pessoais, levando a sério a máxima da sabedoria popular segundo a qual “se você quer algo bem feito, faça você mesmo”. Em minha experiência como professor, conheci alguns alunos que resolveram se formar em Direito apenas para entender processos judiciais em que estão envolvidos há anos e que lhes parecem sumamente irracionais e injustos. Sem dúvida, trata-se de uma boa motivação inicial, mas com o tempo ela quase sempre deixa de existir. Lembremo-nos que o curso de Graduação em Direito dura normalmente cinco anos... É preciso que você se questione: quero compreender o Direito apenas para lidar com os meus próprios problemas? Se a resposta for positiva, penso que a consulta a um advogado competente é suficiente, não sendo necessário o recurso extremo da Graduação em Direito. Todavia, os esclarecimentos oferecidos por um advogado honesto podem aumentar o sentimento de revolta do seu cliente, pois devido ao nonsense e ao absurdo kafkiano imperantes em nosso sistema jurídico, várias situações conflitivas não contam com soluções jurídicas satisfatórias.

Quanto àqueles poucos idealistas que vêem no Direito um instrumento para a reforma total e incondicional da sociedade, parece-me prudente que redirecionem as suas prioridades e os seus ideais. Um homem sozinho não muda o mundo, e se a sua busca é a de justiça absoluta, está fadada ao fracasso. Aspirações nobres costumam ser potentes combustíveis no início do curso de Graduação em Direito; mas, se não são redimensionadas, no decorrer do curso levam invariavelmente a um misto de frustração e de sentimento de impotência, já que ninguém, por melhor que seja, modifica estruturas político-sociais complexas apenas armado de boa vontade. Podemos fazer a diferença, sem dúvida. Cada homem é necessário para a história do mundo. Não prego o ceticismo e a indiferença, mas um realismo transformador efetivo e conseqüente. Devemos ter consciência da nossa pequenez diante da multiplicidade do real. Se, com o Direito, conseguirmos melhorar um pouquinho o mundo, já teremos realizado um grande feito. Além disso, ainda que possamos semear grandes melhorias, são quase sempre os nossos filhos ou netos que colherão os frutos maduros. Lutar contra a indiferença e o alheamento constitui, para mim, o verdadeiro ato de heroísmo dos dias de hoje. Não se resignar diante da injustiça, eis o maior dos desafios para o homem do Direito. Aliás, resignar-se, disse Honoré de Balzac (1799-1850), equivale a um suicídio cotidiano. Dedicar-se ao Direito e à justiça não significa necessariamente bater-se por grandes propósitos, mas, como quer William Shakespeare (1564-1616), achar motivo para briga em uma palha se a honra está em jogo. O devoto do verdadeiro Direito – e não das versões espúrias que transitam por este país – precisa estar sempre pronto a responder positivamente à questão fatal proposta por Rudyard Kipling (1865-1936) em seu conhecido poema “If” (“Se”), abaixo apresentado na magistral tradução de Guilherme de Almeida (1890-1969):

Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;
Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires;
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;
Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: “Persiste!”;
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao mínimo fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais – tu serás um homem, ó meu filho!

2. Por que não se deve cursar Direito?

A resposta a esta questão parece-me bem mais complexa e interessante do que à anterior, já que expõe alguns mitos relacionados à escolha do curso de Direito feita pelos estudantes. Muitas pessoas que consideram a possibilidade de se dedicar a um curso de Graduação em Direito têm em vista o status social e os altos ganhos que, supostamente, as carreiras jurídicas oferecem. Aqueles que pensam assim deveriam ler com atenção a reportagem de capa da revista “Carta Capital” de novembro de 2005 (ano XII, nº 370), onde se alude ao inchaço do mercado e à situação de virtual desemprego da maioria dos egressos das centenas de cursos de Graduação em Direito existentes no país. Ao lermos o dito texto – intitulado “Os campeões do diploma” e destacado na capa com a chamada em letras garrafais “Universidade: A miséria usa beca” – ficamos estarrecidos ao saber que Direito e Administração são os cursos mais procurados pelas pessoas, abocanhando, sozinhos, 30% do mercado brasileiro de cursos superiores. Entretanto, tornar-se Bacharel em Direito não equivale a garantia de emprego, muito menos de poupudos salários. Vejamos os dados: “O desemprego entre formados em cursos de direito, cujo número quadruplicou na última década, é alto no País. Segundo o Observatório Universitário, do total de 665.409 bacharéis registrados pelo Censo 2000 do IBGE, 25% não estavam trabalhando na semana de referência da pesquisa. E, entre os ocupados, apenas 51,3% trabalhavam na área jurídica. Dos que atuavam em outros ramos, muitos exerciam atividades que exigem qualificação inferior, como as de técnico de nível médio (26%), trabalhadores de serviços administrativos (15%) e serviços e vendedores do comércio (8%)” (p. 13).

Segundo reportagem do Portal Aprendiz, no dia 04 de agosto de 2006 existiam no Brasil exatamente 1003 cursos de Graduação em Direito funcionando, conforme levantamento da Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal da OAB. Estima-se que a cada ano 120 mil alunos se formam em Direito no Brasil, sendo que só em 2004 foram matriculados 533 mil estudantes em cursos de Direito brasileiros. O Estado de São Paulo possui atualmente 222 cursos de Graduação em Direito, mais do que todas as escolas de Direito dos Estados Unidos da América, em número de 205. Minas Gerais ocupa o segundo lugar no ranking brasileiro, com 125 cursos de Graduação em Direito. Ao lado da Bahia, Minas Gerais é o Estado que apresenta maior índice de crescimento no que se relaciona à abertura de cursos jurídicos. Por fim, frise-se que atualmente o Brasil conta com cerca de 517 mil advogados inscritos nos quadros da OAB, apesar da reprovação no Exame de Ordem girar em torno de 70%, chegando a 90% em São Paulo.

Hoje a conclusão de um curso de Graduação em Direito não significa nada em termos de perspectivas para o futuro. Já não estamos no séc. XIX, quando o número de bacharéis ainda era relativamente pequeno no Brasil, razão pela qual a profissão de advogado era bastante elitizada. E mesmo naquela época já era popular a quadrinha: “Quando Deus voltou ao mundo,/ Para punir os infiéis,/ Ao Egito deu gafanhotos,/ Ao Brasil deu bacharéis”. Nos dias atuais, além dos quase 700 mil bacharéis registrados, existem em nosso país cerca de um milhão de estudantes de Direito matriculados em cursos de Graduação públicos ou privados. Agora, o Bacharel em Direito que quiser fazer jus aos altos salários oferecidos por certas carreiras jurídicas – notadamente as do Poder Judiciário e do Ministério Público – deverá se submeter a concursos cada vez mais exigentes e seletivos. Ele não poderá sequer advogar, caso não obtenha sucesso no Exame de Ordem, que em 2005 aprovou em São Paulo apenas 7,16% dos candidatos inscritos (p. 14). Tal significa que o nível de exigência para a ascensão social e financeira está cada vez mais alto, reflexo da explosão de cursos de Direito no Brasil, a maioria sem a mínima possibilidade de formar verdadeiros bacharéis.

Por outro lado, mesmo aqueles que conseguem ser aprovados nos predatórios concursos públicos devem estar cientes de que preocupações exclusivamente financeiras e de status social são sinônimos de frustração pessoal e de uma vida vazia. Se não fazemos o que gostamos, somos menos do que fantasmas repetindo diariamente rituais sem sentido. Diz-se que o trabalho dá sentido à vida humana e, obviamente, remuneração digna constitui requisito importante para a escolha de qualquer profissão. Contudo, transformar a recompensa pelo trabalho em motivo para o trabalho é apostar na depressão, na frustração e em constantes visitas ao psicanalista, quiçá ao psiquiatra. Há muitos modos de se ganhar dinheiro, se tal corresponde ao seu principal objetivo. E a formação de nível superior, especialmente em Direito, não é um deles. Os cursos de Graduação em Direito são onerosos (espiritual e economicamente), seus resultados incertos e, na maioria das vezes, incapazes de, por si mesmos, mudarem a vida de alguém que não se tenha decidido internamente a fazê-lo. Não há passes de mágica e nem soluções fantásticas. O Direito não constitui panacéia para todos os males, e mesmo que você goste do curso – o que já representa um ótimo começo –, se você não se dedicar a ele com seriedade e rigor – e isso implica abrir mão de muitas coisas –, certamente irá fracassar, engrossando as estatísticas de bacharéis que não atuam na seara jurídica.

Assim, altos salários e posição social não são bons motivos para se graduar em Direito. Do mesmo modo, ter parentes na área jurídica também me parece irrelevante. Aliás, falando em pais e filhos, há um considerável número de jovens cursando a Graduação em Direito não por opção própria, mas para agradar aos seus genitores, que inclusive costumam recompensá-los com os mais diversos bens, em paga à obediência dos mesmos. Tal prática parece-me odiosa porque, a um só tempo, anula a liberdade do indivíduo e o acostuma a um ambiente em que corrupção e suborno são vistos como normais. Evidentemente, a escolha – ou mesmo a imposição – dos pais não se apresenta como razão adequada para se cursar Direito, e isso por motivos óbvios: somente o próprio indivíduo é dono do seu destino. Por mais que esta verdade possa gerar desavenças familiares, deve ser compreendida tanto por pais quanto por filhos, especialmente por aqueles que se negam a crescer e delegam com prazer todas as decisões sobre as suas vidas aos pais. A opção por certo curso superior envolve um exercício de liberdade e de maturidade, não devendo ser realizada por terceiros, ainda que bem intencionados, sob pena de geração de frustrações e de problemas bastante sérios em médio e longo prazo.

63 comentários:

Anônimo disse...

Se todos os acadêmicos de Direito levassem esses conselhos em consideração, certamente, se privariam de frustrações para si e para a sociedade. Estou no 2º período de Direito e vejo muita ganância, expectativas sem ações, estudantes mais preocupados em festas e "status" do que em estudar seriamente e construir um futuro digno. Pessoalmente, é frustrante ver que sou ignorada por alguns amigos. Quando os incentivo a estudar, logo sou rotulada de "careta", "maníaca" por estudo.

Admiro seu blog. Obrigada por "abrir as portas" do universo do MP para admiradores como eu.

Anônimo disse...

Muito importante esse texto,ajuda bastante ao leitor á saber os princípios e finalidades do curso de Direito.
O que me deixou feliz foi poder confirmar atraves desse texto tudo o que eu penso sobre a area de Direito e assim comprovo que cada vez mais gosto desse curso que pretendo fazer.Tudo isso é minha cara e vou enfrentar os desafios com todas as minhas forças

Anônimo disse...

Um dos melhores textos que já li sobre a escolha do curso de Direito. Excelente!

Rogério Fernandes Delgadinho Advogado disse...

Ótimo Texto, fiz a graduação e não me arrependo! passei no exame de ordem e me sinto realizado me tornei Advogado, ganhando bem ou não, sinto que cumpri um dever comigo e a sociedade, aprendi ainda mais a respeitar e entender a democracia e todos os dias combato os que defendem um Estado voltado para o interesse dos políticos, acho que o Brasil esta começando a entender o poder do voto

Dr. Rogério Fernandes Delgadinho Advogado

Anônimo disse...

Estava a procurar um motivo ou não, para fazer o vestibular de Direito, já sou contadora e tenho meu proprio negocio. Porém acredito que a área contabil está marginalizada e fazer Direito, ao meu ver, abriria portas infinitas e teria de fato uma valorização.
Pude perceber que esse pensamento é ilusório, a área está saturada, e todos os dias podemos observar cargos inferiores, como pintor, ou pedreiro ganharem até mais do que um advogado.
Obrigada pela sinceridade de suas palavras, vou especializar-me e fazer uma pós-graduação na minha propria área. Acredito que dificuldades, todos nós profissionais temos, basta superarmos.

Alexandra Chmielewicz - contadora

Dr. Rogério Fernandes Delgadinho-Advogado-São José do Rio Preto/SP disse...

Ainda acredito que o Advogado exerce a profissão por paixão, defender, acusar, ganahar ou perder isto é salutar na democracia, acredito na força do meu país, acredito na liberdade e na igualdade. Um pedreiro tem sua função, não importa se ganha mais ou menos que um Advogado, estarei a disposição dele quando vier procurar JUSTIÇA e farei de tudo para ajudar.
Advocacia é sagrada o dinheiro é apenas uma coisa natural do sacerdócio.

Dr. RogérioFernandes Delgadinho

Schmitt disse...

Excelente artigo. Estou no 9° período do curso de graduação em direito. Iciciei o curso de direito por falta de opção, mas descobri a importância que o curso está tendo em minha vida. Quero ser magistrado, e para isso vou lutar bastante por este ideal. Acredito que o estudo do direito pode mudar vidas, transformar personalidades e contribuir para uma sociedade mais justa, nenos desigual e menos corrupta

Advogado disse...

Schimtt continue assim, estude sempre corra atrás do seu ideal. Afinal uma graduação neste país esta fora da realidade da maioria, penso que todos os cidadãos deveriam fazer Direito é um curso que te ensina conceito básicos de Justiça e Democracia tornando a sociedade menos violenta!
Dr. Rogério Fernandes Delgadinho

Anônimo disse...

GOSTARIA PRIMEIRAMENTE DE PARABENIZA-LO PELO ARTIGO,POIS PRA MIM FOI DE SUMA IMPORTANCIA PARA CONCRETIZAR MINHAS IDEIAS.INICIAREI O CURSO NESTE SEMESTRE E VOU LEVAR TODAS AS IDEIAS ABORDADAS,PORQUE PRETENDO SER BOM NO QUE VOU FAZER.

Anônimo disse...

Estava querendo eu fazer o curso de História, e de súbito veio-me na cabeça Direito...sou muito ligado e interessado pela justiça social, só não sei se fazendo o curso de Direito terei neste minhas aspirações alcançadas. Alguém pode me ajudar nisso? Ah, e não esqueçendo, meus parabéns ao autor do texto, muito informativo e esclarecedor.

Anônimo disse...

Sou formado em Direito e não fui feliz durante os 5 anos do curso, e olha que cursei uma Universidade Federal bastante concorrida!!! Não tenho vocação para a carreira jurídica, acho tudo muito chato, mas acabei me formando com medo de decepcionar meus pais, caso eu desistisse. Hoje sou concursado em uma função que não tem nada a ver com o Direito e, embora seja de nível superior, é uma outra atividade que não se encaixa no meu perfil... Gosto de Artes, Literatura, Filosofia, etc. Mas nem sempre podemos escolher 100% as coisas, pois acredito que isso não pode ser encarado do ponto de vista egoístico. Temos sempre que levar em consideração a opinião dos nossas amigos e familiares, afinal vivemos com eles... É depressivo viver em um ambiente em que as pessoas não concordam com seu posicionamentos vocacional!!! Por isso, preferi fazer o que não gosto, a ter que conviver com o sentimento de decepção que causaria nas pessoas... A depressão apareceria, no meu caso, em qualquer uma das opções!!!
Meu e-mail é ufpa2004@bol.com.br caso você queira me dar umas palavras de incentivo. Obrigado!

carlos castelo branco disse...

meu nome é carlos,tenho 30 anos moro no es capital tenho vontade de cursar direito,no intuito de saber lidar com injustiças do cotidiano e quem sabe assim progredir no judiciario afim de prestar bons serviços a sociedade de modo geral,dando foco aos mais necessitados e da tão sonhada justiça que é direito de todos nós brasileiros ...
um forte abraço ao professor, saiba que foi de grande valia teus conselhos parabéns !

Anônimo disse...

È bom saber que aida existem pessoas que dão bons conselhos.Emelhor ainda é saber aproveita-los.Obrigada.Vou realizar meu sonho.

Anônimo disse...

Olá eu ja pensava que quem opta por direito é por paixão,por querer realizar um sonho e com certeza não se tem um bom nivél financeiro na profissão de advogado alías no nosso país quase ninguém tem um salário digno. Porém se formos analizar seja oque for que fizermos tem que ser porque realmente gostamos,primeiramente é claro e depois pelo interesse financeiro assim teremos mais chances de aprender e cometer menos erros na profissão e este é meu sonho e vou realiza- lo obrigada pela certeza que tive ao ler suas palavras. nada como saber para dizer!!!!!! admiro sua profissão!

Anônimo disse...

SOU POLICIAL MILITAR/PE, TENHO UMA ADMIRAÇAO PELA ADVOCACIA, UM DOS MEUS PROJETOS E CURSAR UMA FACULDADE DE DIREITO TENHO A CERTEZA DE QUE QUANDO HA DEDICAÇAO E MUITA FORÇA DE VONTADE TUDO FICA MAIS FACIL.INVELIZMENTE TEM PESSOAS QUE BUSCA ESTATUS, DINHEIRO E FAMA: ISSO FOSSE SINONIMO DE FELICIDADE. DEVEMOS CORRE ATRAS DE NOSSOS IDEAIS. NA VIDA SOMOS AS ESCOLHAS QUE FAZEMOS

Anônimo disse...

Sou estudante e semestre que vem vou iniciar o curso de Direto, tudo que li aqui serviu para me motivar ainda mais para entrar de cabeca nessa area, muitas pessoas sao insjustocadas por nao saber seus direitos, e o profissional dessa area está ai para defender seu cliente. Acredito que todo o brasileiro deveria saber tudo sobre leis e direitos dos cidadaos... Mas como isso nao é possivel,acaba virando papel do advogado estudar.

Anônimo disse...

Mais: http://www.lfg.com.br/public_html/article.php?story=20101207204421176

Anônimo disse...

Um dos melhores textos que eu li. O blog está de parabéns!

Anônimo disse...

Parabéns pelo artigo . Começarei minha graduação em direito no inicio de 2012 e muitas vezes me vejo com receio de errar a escolha do curso já que conclui o ensino médio em 2011 e tudo parece muito novo. O artigo me ajudou muito e a cada dia me sinto mais certa de que não falhei ao optar por essa causa .

Anônimo disse...

Pretendo ingressar no curso de Direito neste semestre. A leitura do texto acima me encorajou ainda mais.
Obrigada!

Raphael disse...

Vou cursar Direito porque sou muito bom com argumentação e dialética, sempre fui bom orador e bastante calmo acima de tudo. Tenho paixão por leitura e me amarro num bom debate. Pretendo um dia chegar à magistratura e ajudar a expurgar esse sistema imundo, que é a realidade política brasileira.
Mas a propósito, por que todo mundo que se forma em Direito se auto intitula doutor?
Até onde eu sei, Doutor é quem tem doutorado, com tese defendida (com todo o rigor do método científico) frente a uma banca de 5 doutores e homologado pelo Reitor de Universidade reconhecida. Esse título gera um documento (diploma) que vem inscrito "DOUTOR EM..." e dá o direito ao outorgado de usar o título em qualquer parte do mundo. O diploma de Bacharel não tem isso nem dá direito do título de doutor.
Passar bem.

Manndy Lima disse...

Ótimo Tempo , Esclareci todas as duvidas que tinha sobre esta área.Ainda estou com duvidas,para qual carreira profissional eu quero mim ingressar .

Anônimo disse...

Parabéns pelo texto, achei muito esclarecedor. Sou Policial Militar/SE formado em Licenciatura em Física, e atualmente cursando Engenharia Civil, curso do qual não me identifiquei (física) e que sempre me simpatizou (Engª). Tenho 33 anos e em um dia acordei, de forma súbita, e decidir sair das "exatas" e migrar para as "humanas" e mesmo não sendo um objetivo correto em pensar em cursar direito pelo lucros vindouros, tenho sim esse objetivo como balizador, até porque sempre tive comigo que tudo que fazemos bem feito precisa sim ser bem remunerado. Então vou estudar muito, me dedicar, e vou conseguir... Amém... vlw

jian willian disse...

Muito bom, agora tenho certeza que não devo cursar, haha. Eu não sei o que cursar, então pensei em Direito, acho que seria um enorme erro, além de não me atrair o mercado está saturado demais.

tHaYz hEleNa disse...

Sou APAIXONADA pelo direito !!!

MAS MORRO DE MEDO DE FAZER O CURSO E FICAR DESEMPREGADA !!!!!! É MUITA LEITURA,MUITO ESFORÇO,E,NO FIM DAS CONTAS EXERCER UMA FUNÇAO INFERIOR A SUA QUALIFICAçÃO....]

AINDA ESTOU EM DUVIDA

tHaYz hEleNa disse...

Sou APAIXONADA pelo direito !!!

MAS MORRO DE MEDO DE FAZER O CURSO E FICAR DESEMPREGADA !!!!!! É MUITA LEITURA,MUITO ESFORÇO,E,NO FIM DAS CONTAS EXERCER UMA FUNÇAO INFERIOR A SUA QUALIFICAçÃO....]

AINDA ESTOU EM DUVIDA

Anônimo disse...

Curso de Direito, um dos melhores que já vi em minha vida pena que muitos nem se quer sabem o que significa a palavra "DIREITO"

Anônimo disse...

Parabéns a autor do texto muito esclarecedor, sou iniciante do curso de Direito confesso que a escolha não foi fácil, muitas dúvidas a respeito se é ou não o que eu quero, mas pesquisando e ouvindo depoimentos a cada dia mais me encanto mais pela profissão do jurista. Ao ler o texto e os comentários de algumas pessoas algo me chamou atenção: Muitas pessoas criticam o curso pelo fato de hoje ele está saturado, e realmente está sim, porém muitos entram no curso apenas para obter um Status na sociedade e não por amor ao que se escolheu, o que acaba de uma certa forma sendo o motivo da grande saturação no mercado nas últimas décadas. Acho que quem tem um sonho de seguir esta profissão tão linda que é advogar ou mesmo ir mais além seguindo carreiras jurídicas como por exemplo a tão sonhada e almejada por muitos a magistratura, não deixem de ir adiante por este motivo, pois não só no caso de Direito independente do curso que escolhemos o melhor está em cada um de nós e a concorrência será apenas um detalhe. Não existe prova difícil para aqueles que estudam!

Anônimo disse...

Otimo texto!!! Fiquei encantada com a maneira em por os pos e contras!Parabens pelo texto

Anônimo disse...

O texto é muito esclarecedor, mostra os pros e os contra. Eu gosto de humanas e nao gosto de exatas. o curso de direito seria uma boa opçao? tenho dificuldade para flar em publico, Isso seria um empecilho?

Anônimo disse...

Parabéns pelo texto, mas esse ideal só será alcançado quando os advogados responderem com seus bens em caso de perca de uma ação, e a pena imposta a um crime hediondo também teria que recair sobre o defensor ou acusador ( no caso de erro jurídico) somente assim será separado o “joio do trigo”.
Existem muitos casos de corrupção no meio jurídico, e é por ser vitima de um deles que cheguei a essa conclusão.

Intergalacticox disse...

Sou formado em Historia e, depois dos 40 resolvi fazer o curso de direito, que é, antes de mais nada um curso que nos oferece, no mínimo, a ideia de cidadania. Na peneira, algumas disciplinas deveriam estar na grade curricular do ensino fundamental, ja que extinguiram a Educaçao Moral e Civica e a Organizaçao Social e Politica do Brasil. Vim interessado em argumentos para o meu filho fazer o vestibular para o curso, pq. sei da imaturidade dos jovens na escolha das vocacoes por paixao da juventude. Ele quer fazer veterinaria pq. gosta de animais... e agora... nao forca-lo, mas deixar a filosofia do direito imperar, que no ramo do direito tb. dá para defender os bichinhos! Abraço e parabens pelo texto!

Anônimo disse...

Meu sonho! um dia irei fazer!

Anônimo disse...

Muito bom o texto

Anônimo disse...

Comecei o curso de serviço social e sai correndo da sala no primeiro periodo.Vi que realmente direito era o que queria fazer.Fiz o curso técnico em administração,excelente por sinal,mas o direito sempre me chamou atenção nas aulas.
O mercado de fato está saturado,por que muitos não querem fazer,o que poucos fazem quando estão dormindo(estudar!)

Anônimo disse...

Texto muito bom. Achei plenamente interessante tudo que foi dito e alertado em relação ao curso de Direito. Conheço diversas pessoas na minha cidade que estão nesse curso e não levam a sério, fazendo tudo de qualquer jeito ou até perdendo muitas aulas. Estou estudando para prestar o vestibular e ingressar na faculdade tendo certeza de que vou precisar abrir mão de muitas coisas e me dedicar a minhas expectativas para o futuro.

Anônimo disse...

Eu quero muito fazer direito,porém,tenho medo de me formar e não arrumar emprego na aréa.

Anônimo disse...

parabéns pelo texto ,conteúdo excelente!!
aos meus amigos que estão pensando ou cursando direito:

" GRANDES BATALHAS SÃO DADAS PARA FORMAREM GRANDES HERÓIS"

Anônimo disse...

Achei o texto muito interessante e esclarecedor e através do mesmo decidi que é direito que eu quero fazer

Anônimo disse...

Muito bom o texto. Porém ainda estou em dúvida, sou formada em contabilidade e atuo na área, como auxiliar contábil. Meu interesse em fazer o curso de direito surgiu por ter realizado estágio no fórum durante 1ano e meio, já pensei numa pós graduação mas não sei qual. Não sei se pelo fato te ter gostado de trabalhar no fórum e lidar com processos e tambem com perícias contábeis, seja motivo suficiente para cursar direito. Se alguém puder me dar uma dica?! pode enviar para o e-mail: thumseliane@yahoo.com.br

Maytsa Cordeiro disse...

Que texto excepcional, tenho 17 anos de idade, começarei a cursar direito, e recriei outros conceitos através daqui, gostaria de ressaltar que a escolha pelo curso foi perceptível pra mim. Mas é bom lembrar que direito e justiça são coisas distintas, fazer direito é constituir uma ferramenta para promover justiça e justiça é um senso relativo ao indivíduo e a sociedade que ele esta inserido. Contudo exercer essa profissão, presumo que seja fascinante, estou literalmente disposta a lutar pelos meus ideais e da sociedade.

Anônimo disse...

Olha, não aconselho absolutamente ninguém a cursar direito sem antes não pesquisar BASTANTE e saber e ter em mente que é exatamente isso que querem, eu no começo lá no 1° semestre entrei por status, fui empurrando por pressão dos meus pais achava quase impossível concluir um curso desses, pois me assustei com o número de horas para cara período.. quando cheguei no 3º período os mesmos acharam que eu estava levando a sério o curso, e por eu insistir e convencer eles que eu estava estudando seriamente me deram o tao sonhado carro, lembrando que eu entrei assim que terminei o colégio com 17 para 18 anos... nesse meio tempo quase todas as matérias eu repetia, outras que não eram tão difíceis conseguia passar por fazer amizades com todo mundo, colocando nome em trabalhos e etc, resumindo hoje estou no 10º período já com todos os tccs concluídos inclusive o tcc ao meu ver de psicologia jurídica e medição de conflitos o mas difícil e impossível de concluir e agora estou praticamente com as duas maos no diploma pois só me resta mas um período para terminar onde estou estudando a matéria cinema brasileiro contemporâneo, quase um presente por ter lutado e quebrado a cabeça esses anos todos estudando matérias que eu jamais imaginaria que tivesse a capacidade de passar. Nesses períodos e anos que foram passando eu adquiri e aprendi a gostar e estudar o direito que não dava a mínima e só o usava para me servir de status nas festas para agarras várias meninas e tirar onda com os amigos. Hoje tenho 23 anos,em meu curso conheci minha noiva, trabalho no fórum de niterói de onde sou, e pretendo seguir carreira, estou com uma ótima renda, pois lutei pela mesma e uma coisa que me deixa muito triste é os adolescentes com minha idade da época entrando para o direito para somente ter status, sei que isso é normal e aconteceu comigo, porém a maioria desiste no 2º ou no 3º como vários que estudaram comigo fizeram e hoje estou praticamente graduado e eles optaram por cursinhos técnicos, lamentável.. então quando entrar entre com tudo, pois o direito sem sombra de dúvidas é um dos únicos cursos em que o indivíduo se apaixona pelas matérias e pelo modo como elas são conduzidas ao longo dos períodos, como os amigos de sala brincam 'quanto mas você for avançando no direito, mas você quer estudar ele' pelo simples fato dele ir ficando mas e mas legal com o passar dos períodos. Forte abraço a quem leu, estude e tenha força de vontade. Lembre-se, a força vem da MENTE!

Anônimo disse...

10

Anônimo disse...

Ótimo texto! Sou formada em serviço social e sempre desejei cursar Direito. Desde 2010 venho protelando, mas decidi que começarei no próximo anos.

Anônimo disse...

Tenho 40 anos termine os meus estudos +-10 anos sou trabalhador portuario sou operador de equipamentos de grande porte sempre tive um sonho de cursar uma faculdade de direito não fiz antes por motivos financeiro hoje me sinto inseguro achando que não terei capacidade gostaria de uma palavra de otimismo.

Anônimo disse...

Obrigado pelo conhecimento compartinhado e com objetivo e fim de auxiliar pessoas, alunos, profissionais e academicos. O texto esclarece nao somente a realidade do curso de direito como também de diversos outros cursos em nosso país. Apesar de trabalhar em área totalmente oposta ao Direito, posso dizer que o mercado de trabalho ainda é gerido nas relações pessoais. Capacidade e formação nao quer dizer nada. Deve-se acreditar em sonhos e que Deus também possa nos ajudar. abraços

Anônimo disse...

Caro amigo, boa noite. Admiro que tenha entrado em tal discussão, mas tenho algumas observações pertinentes ao assunto.

Primeiramente quero dizer que sempre me dediquei ao que eu realmente gosto, ao meu sonho, ao sonho de minha vida. Mas hoje, já maduro, vejo que a maior ilusão de nossas vidas é seguir o tal "sonho" ou fazer algo que "realmente gostamos".
Meu pai sempre trabalhou na roça, nunca teve tempo de ter sonhos ou alimentar utopias. Obviamente que ele tinha vontades, mas sabia que não tinha condições. Seguiu trabalhando e conquistou muita coisa na vida.

Hoje em dia, vemos jovens que nunca trabalharam e que acreditam nessa história propagada por uns e outros de que é necessário se fazer o que gosta. A vida não é assim. Nem sempre faremos o que gostamos. Nem sempre as coisas serão recompensadoras.

Agora vejamos meu exemplo. Meu sonho: jornalismo. Na escola, todos diziam o mesmo "faça o que gosta e todo o resto virá". Sim, fui e fiz. Fiz da melhor forma possível e fui sempre o melhor no que eu fazia. Não aceitava menos que o melhor, afinal tinha que me preparar para o mercado de trabalho. Saí da faculdade e, mesmo estando preparado, vi outras pessoas desqualificadas tomarem as vagas que eu almejava. Fiquei quase dois anos desempregado e entrei em forte depressão. Apesar de todas as lutas, de nunca ter desistido, de ir o mais longe que pudesse ir, de sempre fazer a melhor que podia, eu não consegui nada. Fui descartado.

Portanto, meu caro, fazer o que se gosta, não é sinônimo de felicidade. Ser feliz é poder ter as coisas, ter um emprego (ainda que monótono e rotineiro - isso sim faz verdadeiros homens), ter condições de seguir na vida com um propósito. Não digo ter serviços estáveis num setor público não, isso sim é deprimente, mas experimentar a vida desapegado de uma ilusão. Sonhar todos sonham, mas realizar é para poucos. E não importa se estão ou não preparados, a realidade é bem diferente dessa ficção teórica que ouvimos todos os dias.

Sigo o meu caminho hoje com outra visão. Torço por todos e ajudo quem eu puder. Nunca tive ajuda alguma. Não diria jamais para alguém seguir seus sonhos, pois vão se frustar por toda a vida. O sonho que vale a pena é aquele que sonhamos acordados e fazendo ele acontecer.

Forte abraço, amigos. Fiquem com Deus.

Anônimo disse...

Passei no vestibular para Direito e todos me dizem que o mercado esta saturado, não terei tantas oportunidades quanto em outras áreas como a das Engenharias, mas sempre gostei de Direito e não pretendo fazer o curso para aventurar-me .. Após este texto vejo que esta confirmada em mim a escolha da minha profissão !
vou fazer a graduação em Direito sim , não importa o que os outros falem, me dedicando sei que conseguirei ser uma profissional diferenciada !

Anônimo disse...

Meu filho é advogado, ms acho que está descontente com a carreira, disse que não aconselha ninguém a fazer Direito.Teria alguma dica ou onde procurar dicas para melhorar sua visão quanto ao curso e também ser diferenciado na profissão.

Anônimo disse...

Uma boa opção para você seria o curso de serviço social

Anônimo disse...

Foi bastante esclarecedor e motivador pra mim. Sempre sonhei com direito, mas nunca tive convicção de que era isso que queria cursar por não ter uma base do que eu estava lidando. Depois de uma luz dessas, tenho certeza que é Direito minha área. ;)

Anônimo disse...

Olá ... Infelizmente o que acontece pelo país é uma comercializaçao das graduações , jovens sobretudo mais pobres infelizmente caem nesse jogo , estudando de forma mediana em faculdades medianas ( muitas vezes pagando alto) ..., até os mais esforçados da sala para o mercado acabam sendo medianos ( comparando com alunos de instituições renomadas), tendo pouco arcabouço para enfrentar os concursos ou ao menos oportunidades em bons escritórios !!!
Uma dica para quem REALMENTE se identifica com o DIREITO e quer criar carreira na área , nada melhor do que investir no cursinho pré vestibular ...
Se desde o inicio sua base de estudo se manter forte ,por consequência terá um melhor circulo de contatos e sólidas oportunidades (dentro da academia e na vida ...)

Anônimo disse...

Sou funcionario publico e formado em outra graduação(Administração) e devido ao meu emprego, sempre lido com leis e burocracia. Porém sinto falta da magia de um curso de direito; Sei que muitas pessoas ali fazem por estatus e por ser um concurso em que tem alguma vantagem em relção aos outros cursos superiores. Enim, difícil ficar de fora. Vou fazer alguns semestres e ver como me viro, os custos são altos e por enquanto seria só para ter o canudo mesmo, já que sou servidor e atuo em area administrativa. Veremos.

Jenifer Freitas disse...

Concordo.

Matheus disse...

Parabéns pelo texto.
Lendo os comentários, sou obrigado à concordar com o Raphael. Não entendo porque as pessoas se auto intitulam doutores, quando só possuem a graduação da área. Doutor é quem defende tese de doutorado, e ponto final. Postura arrogante e de quem quer se achar o que não é.

Nayara disse...

Como muitos aqui, tive medo de cursar Direito por ser um curso de muita leitura, esforço e por ser uma graduação saturada no mercado atualmente. Estou no 1 período e estou amando tudo: a leitura, as aulas. Enfim, se eu vou conseguir uma vida estável, confortável eu n sei, mas o importante é que o presente eu estou amando e o futuro eu deixo nas mãos de Deus e do meu esforço. "Se não fazemos o que gostamos, somos menos do que fantasmas repetindo diariamente rituais sem sentido."

Anônimo disse...

Me formei há dois anos, em uma universidade pública concorrida. Não vislumbro oportunidades na área, dada sua saturação pela ampliação desenfreada dos cursos de direito nos últimos anos. Não recomendaria ninguém a seguir esse curso. Mas como não vai adiantar, sigam com esta ilusão. (não vejo como pessoas que passam dificuldade em compreender os enunciados mais básicos da ciência jurídica e ainda terem esperança de serem magistrados). No Brasil tem bobo pra tudo mesmo! rs

Joelma Cerqueira disse...

Estou nesta situação, querida.
Me sinto excluída dos demais quando o assunto é estudo, eles só pensam em festa, bagunça, status.

Michele Silva disse...

Bom.achei o texto muito bem escrito.fez eu refletir ainda mais o que realmente eu quero pra mim.pretendo fazer o enem esse ano no intuito de conseguir bolsa pra cursar direito.

Anónima disse...

Olá pessoal so de ler . me deu mas vontade ainda . de fazer . e um sonho . mas tenho 32 e vou fazer 33 sera que a tempo de eu fazer ainda .

Anônimo disse...

SOU ADVOGADA E DETESTO A PROFISSÃO. MUITO DESVALORIZADA, COM ADVOGADOS ANTIGOS MONSTROS E ADVOGADINHOS NOVOS QUE SÃO TRATADOS COMO RATOS NOS FÓRUNS. OS HONORÁRIOS NÃO SÃO DIGNOS, A PESSOA PASSA MESES SEM RECEBER E QUANDO RECEBE TEM QUE PAGAR AS CONTAS ATRASADAS. DAÍ PASSA UNS MESES COM O BOLSO CHEIO E DEPOIS TUDO SE ESVAZIA NOVAMENTE. TEM CAUSAS A SEREM JULGADAS, MAS OS JULGADOS NÃO SAEM NUNCA. QUANDO O JUIZ ARBITRA OS HONORÁRIOS, ARBITRA EM VALORES IRRISÓRIOS. ALGUNS CLIENTES SÃO CHATOS, QUEREM A TODO MOMENTO "PASSAR A PERNA" NO ADVOGADO E DESCONFIAM DE CADA PASSO QUE O ADVOGADO DER. CONFUNDEM ADVOGADO COM CÃO DE GUARDA QUE ELES COLOCAM PARA BRIGAR COM OS OUTROS. AS NOTAS DA FACULDADE E DA OAB PODEM TER SIDO ALTÍSSIMAS (É O MEU CASO) E VC PODE ESTUDAR MUITO... MAS NO FIM, AQUELE ADVOGADO BURRO DE TERNO VAI SER MAIS RESPEITADO.


AMO FAZER PEÇAS JURÍDICAS, AMO ARGUMENTAR, AMO O DIREITO E AMO DEFENDER MEUS CLIENTES, MAS DETESTO TODO O RESTO DA ADVOCACIA.

ASS: DRA. SEM DOUTORADO...

Anônimo disse...

Estou almejando cursar Direito ano que vem,sou apaixonada desde criança, poder agir de modo a contribuir com a justiça a sociedade, sei que não será fácil exige dedicação total, mais sou apaaixonada, quero chegar ao Magistrado sei que é mais responsabilidade e é uma profissão árdua mais é algo que está em mim e não penso em outra área, vou me dedicar e conseguir com fé em Deus.

Unknown disse...

Nossa, é como se fosse música para meus ouvidos pela franqueza e coerência neste texto. É como se o blogueiro estivesse frente a mim. Curso o 4° semestre e a cada dia fico mais apaixonada. Serei Delegada Federal, porque amo direito e quero proteger direitos.

Bjs

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O Ministério Público que queremos e estamos edificando, pois, com férrea determinação e invulgar coragem, não é um Ministério Público acomodado à sombra das estruturas dominantes, acovardado, dócil e complacente com os poderosos, e intransigente e implacável somente com os fracos e débeis. Não é um Ministério Público burocrático, distante, insensível, fechado e recolhido em gabinetes refrigerados. Mas é um Ministério Público vibrante, desbravador, destemido, valente, valoroso, sensível aos movimentos, anseios e necessidades da nação brasileira. É um Ministério Público que caminha lado a lado com o cidadão pacato e honesto, misturando a nossa gente, auscultando os seus anseios, na busca incessante de Justiça Social. É um Ministério Público inflamado de uma ira santa, de uma rebeldia cívica, de uma cólera ética, contra todas as formas de opressão e de injustiça, contra a corrupção e a improbidade, contra os desmandos administrativos, contra a exclusão e a indigência. Um implacável protetor dos valores mais caros da sociedade brasileira. (GIACÓIA, Gilberto. Ministério Público Vocacionado. Revista Justitia, MPSP/APMP, n. 197, jul.-dez. 2007)